 |
Reverência entre os mestres-de-cerimônia: Drica Moraes e Vladimir Brichta. Ao lado, Paulo José cumprimenta o premiado Wagner Moura |
 |
Ao lado de Daniel Filho e da filha Lívian, Renato Aragão emocionase com a homenagem |
|
Camila Pitanga Brilha no Oscar Brasileiro |
|
Tapete vermelho |
Nem mesmo a chuva forte que atingiu o Rio na terça-feira 15 apagou o brilho da sexta edição do Grande Prêmio Vivo do Cinema Brasileiro. A festa foi marcada pelo discurso emocionado de Renato Aragão, homenageado pelo conjunto de sua obra e contribuição ao cinema nacional. Aplaudido de pé ao lado da filha Lívian - escolhida para entregar lhe prêmio - o comediante foi às lagrimas: "Já passei por várias emoções, mas essa é especial porque vem do cinema. Quando fiz meu primeiro filme, pensei que poderia voltar para casa porque já tinha conquistado o que queria. E hoje estou fazendo o meu 47º longa", disse.
Azarão
Apontado como grande favorito, Tropa de Elite conquistou oito categorias, entre elas a de melhor ator para Wagner Moura. "Quando recebi o roteiro do filme, aceitei na hora. Não tem assunto mais importante nos dias de hoje do que violência e segurança pública", disse o ator, que dedicou o prêmio ao filho, Bem, que nasceu na época das filmagens. Com suspeita de dengue, o diretor do filme, José Padilha, não compareceu à cerimônia. O grande prêmio da noite, surpreendentemente, não foi para Tropa. O longa O Ano que Meus Pais Saíram de Férias abocanhou o troféu de melhor filme. O produtor Marcos Prado deu o tom político da noite com um protesto em favor da libertação do Tibete e subiu ao palco empunhando uma bandeira.
PREMIAÇÃO |
Melhor Filme: O Ano que Meus Pais Saíram
de Férias
Melhor Direção: José Padilha (Tropa de Elite)
Melhor Ator: Wagner Moura (Tropa de Elite)
Melhor Atriz: Hermila Guedes (O Céu de Suely)
Melhor Documentário: Santiago,
de João Moreira Salles |
 |
O produtor Marcos Prado protesta em favor do Tibete |